Prémios e Apoio à Investigação
I Prémio Merck Serono de Gestão da Qualidade em SaúdeInstituído em Portugal pela primeira vez em 2007, tem por objectivo incentivar a implementação de medidas que levem à melhoria
da qualidade dos cuidados prestados em saúde a nível nacional. O prémio está dividido em duas categorias: Melhor Sistema de
Qualidade dos Cuidados Assistenciais e Melhor Sistema de Qualidade da Farmácia Hospitalar. A equipa vencedora de cada categoria
recebe um prémio, no valor de 6 mil euros em formação na área da gestão de qualidade, com possibilidade de apresentação de
poster num congresso realizado dentro deste âmbito.
Na primeira edição do prémio a equipa vencedora foi a Unidade de Cuidados Intensivo Neonatais, do Hospital Dona Estefânia,
de Lisboa, na categoria de Cuidados Assistenciais. “Cateterismo Venoso Central, Índices de Infecção e Controlo de Qualidade”
é o nome do trabalho que apresenta a implementação de um sistema de qualidade que permitiu baixar as taxas de infecção, nos
recém-nascidos, causadas pela utilização.
Prémio ACS / Merck em Epidemiologia do CancroLançado em 2008 em parceria com Alto Comissariado da Saúde, pretende dinamizar a investigação em oncologia em Portugal, nomeadamente
no campo da vigilância epidemiológica. O Prémio é dirigido a investigadores e organizações nacionais e o melhor trabalho recebe
70 mil euros. Na análise dos projectos são avaliados o carácter inovador e o resultado na melhoria da saúde das populações.
Este ano o prémio foi atribuído ao trabalho "Tumor das Células Geminativas na Região Sul de Portugal", desenvolvido por uma
equipa de investigadores do Serviço de Oncologia Médica e Registo Oncológico Regional do Sul, do Instituto Português de Oncologia
de Lisboa Francisco Gentil, EPE.
Estudo Epidemiológico sobre Aporte de Iodo em PortugalConsiderada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) a principal causa evitável de doenças mentais e do desenvolvimento, a
carência de Iodo é a causa de patologias que afectam cerca de 13% da população mundial, sendo que outros 30% estão em risco.
Para obter dados concretos sobre a prevalência desta carência nutricional em Portugal, o Grupo de Estudos para a Tiróide da
Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo (SPEDM), está a desenvolver com o apoio da Merck Serono o 1.º
Estudo Epidemiológico sobre “Aporte de Iodo”. O objectivo é traçar a realidade nacional neste domínio e, se necessário, propor
às autoridades de saúde a introdução de suplementos alimentares iodados.